Greg Rucka é um dos meus escritores favoritos, seja em Banda Desenhada ou em romances.
Explodiu com uma série de ficção, em que a personagem principal é Atticus Kodiak, um guarda-costas. Para quem gosta de literatura de acção, os livros são obrigatórios - por ordem são: Keeper, Finder, Smoker, Shooting at Midnight, Critical Space e Patriot Acts. O primeiro passa-se, na maior parte, numa clínica de abortos. Dos que li, destaco esse (Keeper) e o penúltimo da série (Critical Space).
Mas Rucka tem escrito muita BD, com destaque para a série sobre o MI5, Queen and Country, com 2 romances a servirem de tie-ins. Os dois excelentes, por sinal.
Rucka tem escrito para a Marvel e DC (para a Top Cow, também), mas começou na Oni Press, com Whiteout.
O mesmo que estreará, depois de muitos atrasos, somente a 11 de Setembro de 2009, nos EUA, com Kate Beckinsale, no papel principal.
A Banda Desenhada era marcada pelo branco e preto, especialmente pelo branco (interessante exercício seria comparar a cromática deste Whiteout com as BDs de Sin City).
A história passa-se na Antártida, e Carrie Stetko é uma agente federal que terá de descobrir um assassino, depois de começarem a aparecer cadáveres.
Rucka definiu quase todas as suas personagens femininas como o sexo forte, e começou com Carrie. Carrie é uma americana, morena, baixa e de sexualidade dúbia. Não sei se o filme será tão fiel.
Whiteout é o fenómeno de brancura aquando algumsa tempestades de neve, não se ver mais do que o branco.
A única coisa que me põe de pé atrás é o realizador, Dominic Sena, o mesmo de Swordfish e 60 Seconds.
Vai ser difícil esperar mais de 6 meses. 


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